Apenas um terço das mulheres em áreas pobres de Maputo está conectado à Internet, em comparação com quase dois terços de homens. Por todo o país, apenas 6% da população está online, - de acordo com o estudo sobre a situação geral da mulher moçambicana no uso das tecnologias de informação e comunicação.

O estudo levado a cabo pelo Instituto de Investigação Científica, Inovação e Tecnologias de Informação e Comunicação (SIITRI), em parceria com a World Wide Web Foundation (Fundação Web), foi efectuado em 29 bairros das zonas suburbanas da cidade de Maputo, tendo abrangido 1044 respondentes, dos quais 786 mulheres e 258 homens.

O estudo revela ainda que 1GB de dados custa mais de 10% do salário médio limitando o acesso das mulheres. Entretanto o Governo está a considerar reformas impostas sobre as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) que ajudariam a reduzir os custos para os utilizadores.

Nos dias de hoje o acesso efectivo e utilização das TICs podem melhorar a liderança e participação das mulheres nas actividades de desenvolvimento sócio-económico e comunitário.

 “Embora a situação das mulheres esteja a melhorar subsiste uma lacuna significativa nos níveis, rendimento e alfabetização, o que tem um impacto negativo no acesso das mulheres e na utilização das TICs nos baseados na Internet”, referiu João Zibia, representante da SIITRI.

Para Zibia, as TICs tem um papel de aliviar barreiras enfrentadas pelas mulheres, tais como o analfabetismo, a pobreza, a escassez de tempo, a falta de mobilidade, os tabus culturais e religiosos e as restrições a voz (particularmente voz pública).

Apenas um terço das mulheres em áreas pobres de Maputo está conectado à Internet, em comparação com quase dois terços de homens. Por todo o país, apenas 6% da população está online, - de acordo com o estudo sobre a situação geral da mulher moçambicana no uso das tecnologias de informação e comunicação.

O estudo levado a cabo pelo Instituto de Investigação Científica, Inovação e Tecnologias de Informação e Comunicação (SIITRI), em parceria com a World Wide Web Foundation (Fundação Web), foi efectuado em 29 bairros das zonas suburbanas da cidade de Maputo, tendo abrangido 1044 respondentes, dos quais 786 mulheres e 258 homens.

O estudo revela ainda que 1GB de dados custa mais de 10% do salário médio limitando o acesso das mulheres. Entretanto o Governo está a considerar reformas impostas sobre as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) que ajudariam a reduzir os custos para os utilizadores.

Nos dias de hoje o acesso efectivo e utilização das TICs podem melhorar a liderança e participação das mulheres nas actividades de desenvolvimento sócio-económico e comunitário.

 “Embora a situação das mulheres esteja a melhorar subsiste uma lacuna significativa nos níveis, rendimento e alfabetização, o que tem um impacto negativo no acesso das mulheres e na utilização das TICs nos baseados na Internet”, referiu João Zibia, representante da SIITRI.

Para Zibia, as TICs tem um papel de aliviar barreiras enfrentadas pelas mulheres, tais como o analfabetismo, a pobreza, a escassez de tempo, a falta de mobilidade, os tabus culturais e religiosos e as restrições a voz (particularmente voz pública).

Apenas um terço das mulheres em áreas pobres de Maputo está conectado à Internet, em comparação com quase dois terços de homens. Por todo o país, apenas 6% da população está online, - de acordo com o estudo sobre a situação geral da mulher moçambicana no uso das tecnologias de informação e comunicação.

O estudo levado a cabo pelo Instituto de Investigação Científica, Inovação e Tecnologias de Informação e Comunicação (SIITRI), em parceria com a World Wide Web Foundation (Fundação Web), foi efectuado em 29 bairros das zonas suburbanas da cidade de Maputo, tendo abrangido 1044 respondentes, dos quais 786 mulheres e 258 homens.

O estudo revela ainda que 1GB de dados custa mais de 10% do salário médio limitando o acesso das mulheres. Entretanto o Governo está a considerar reformas impostas sobre as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) que ajudariam a reduzir os custos para os utilizadores.

Nos dias de hoje o acesso efectivo e utilização das TICs podem melhorar a liderança e participação das mulheres nas actividades de desenvolvimento sócio-económico e comunitário.

 “Embora a situação das mulheres esteja a melhorar subsiste uma lacuna significativa nos níveis, rendimento e alfabetização, o que tem um impacto negativo no acesso das mulheres e na utilização das TICs nos baseados na Internet”, referiu João Zibia, representante da SIITRI.

Para Zibia, as TICs tem um papel de aliviar barreiras enfrentadas pelas mulheres, tais como o analfabetismo, a pobreza, a escassez de tempo, a falta de mobilidade, os tabus culturais e religiosos e as restrições a voz (particularmente voz pública).